Starck Raving

Octubre 13, 2009

Starck Raving

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el cielo

Enero 27, 2009

El cielo es tan fuerte, su azul y su calor que se le enciera afuera quedandonos en la oscuridad.

Debaixo do ipe tudo é perfeito.

ERRATA_ nao fique embaixo durante uma chuva de verao, galhos vao voar!p4110031

É assim que minha B aprendeu a rezar e acho que por ora tá muito bom.

Este é meu parabéns atrasado para uma super amiga e mae que aprendi a amar este ano que passou… super atrasado mas nao menos festejado: Feliz Aniversário!flagontijo

oito

Diciembre 13, 2008

teo-oito

oito anos hoje.

Feliz Cumple!

ele está tao feliz que parece que este aniversário nao é mais meu, só dele. Só dele do jeito que ele quiser… e ele tá “programando” as atividades e as vontades.

Ele é demais!

espejo

Diciembre 12, 2008

higut_u64

Espejo de mi alma, de mis ojos y de mi vida.

Sem palavras nao dá pra ficar. Talvez sem acentos e sem acertos.

Sin palabras, no vivo.

Lymboland

a menina entre os lírios

Agosto 24, 2008

 

Ela não anda, pula. Na verdade corre daquele jeito das meninas que em inglês se chama skip. Ela skip pra cá, pra lá… dois passos, são dois skips. Ela só usa saia e penteia seus cabelos sozinha. E ontem ela dormiu fora pela primeira vez, com cinco anos e pouco e eu sonhei com ela a noite toda.

Não imagino como seria com outra filha mas acho que seria igual, assim como eu sou minha mãe, ela também é eu. Sou minha mãe do meu jeito, mas quando amo transmito o amor que ela teve comigo, quando faço carinho foi o carinho dela que me ensinou. A acreditar na vida, entendê-la e vivê-la – ela me mostrou como. Minha mãe começou tudo e se eu não tivesse essa filha que pouco se parece comigo, não poderia saber que ela vai ser mãe como eu fui mãe pela minha mãe.

Ela não anda, ela pula, e brinca sozinha, seu cabelo é mel e seus olhos cheios de luzes e linhas quando sorri. Ela está crescendo mas acho que sempre vou lembrar o som de seus passos, que são pulos no meu coração.

Foto: sorriso para o papai

Viva a Amamentação!

Agosto 4, 2008

Viva a Amamentação.

Viva a alegria de dar alegria, alimento e amor.

De afagar no peito e guardar nos braços longos suspiros de satisfação.

Viva a segurança de saber que está fazendo o melhor que pode.

Que pode melhorar seu humor e seu amanhã com seu leite de peito.

Viva a Amamentação e celebre essa coisa tão simples e impossível de ser imitada

que une mulheres e seus bebês através dos séculos,

enquanto mães forem mães,

e bebês forem bebês,

amém

Fred, quase dois anos, tipóia indígena de casca de árvores, abertura da Semana Mundial de Amamentação 2008

 

 

parabéns, yan!

Agosto 3, 2008

 

Este é meu pai. Na verdade, é o presente de aniversário que comprei para seus 70 anos e não dei;continua assim na prateleira. Meu pai tinha a resolução do teorema de Fermat assim como ele destruiu um tênis uma vez para inserir na sola uma mangueira com ar e torná-la mais alcochoada. Isso há mais de 20 anos atrás, antes de existirem Nike airs. Lembro dele pegar uma agulha grossa de costura para tentar fechar a sola. Nada foi terminado mas a idéia é dele.

Meu pai fica emocionado e com a voz embargada sempre que fala dos filhos, de reencontrá-los. Ele sempre teve uma vida meio viajante. Hoje ele trabalha a cinco horas de casa e volta todo final de semana. Parece que ele ainda é o imigrante perfeito, o exilado por opção, que demora mais de 40 anos para voltar definitivamente para sua terra.

Assim, tempo e espaço não tem tanto significado para nós. Estaremos sempre separados embora ficamos felizes quando nos encontramos. Quando falamos, quando ouço sua voz, ouço sempre a familiaridade eterna de saber quem ele é, mesmo que ele nunca tenha visto exatamente quem eu sou.

Não importa a distância, ele sempre será o mais próximo, o primeiro, o pai.

Feliz aniversário atrasado, pai, e até nosso próximo encontro!

Eu te amo muito

Somos todos mães

Mayo 10, 2008

Colo de Mãe

Os sem-filhos que me perdoem, mas ser mãe é fundamental.

Não é crueldade com quem não pode ter filhos, pois ser mãe não é apenas ter um útero funcional, muito menos a propagação genética ou hereditária. A maternidade hoje, mais do que nunca, é uma resposta para muitos questionamentos que enfrentamos, tanto individualmente como em coletividade.

Na pequena sala da escola do meu filho, um colega diante de uma mesa cheia de livros e desenhos representando os cinco sentidos repetia a frase: “nós temos seis sentidos”. Na mesa, somente os cinco tradicionais eram representados. Ele disse mais uma vez “seis” e a mãe do meu lado perguntou: “qual é o sexto, então?” Ele respondeu: “a comunicação entre os animais.” Aos sete anos ele pode não saber do que está falando mas eu sei o que ele está me dizendo. É aquele sexto sentido que sempre foi associado às mulheres, que faz uma mãe virar de repente só para pegar o filho pequeno no topo da escada ou que permite que uma mãe sinta que a criança está “pra ficar doente”.

Em definitivo, é apenas uma sensação na boca do estômago ou um aperto no coração que nos move ou nos paralisa mudando o curso da nossa história mais vezes ao dia do que gostamos de admitir, e provavelmente menos do que deveríamos. Esse tipo de fenômeno não comprovado pela ciência é uma das qualidades usadas pelas mulheres em sua pouco glamurosa vida doméstica.

Outras qualidades femininas que hoje transpuseram as soleiras do lar são muito populares em revistas empresariais: comunicabilidade, compreensão, interação, trabalho em equipe, resolução de conflitos e o mais famoso de todos que praticamente define a maternidade: multi-tasking. São qualidades humanas que ficaram para trás quando o homem saiu da casa para trabalhar na fábrica. Hoje elas são ensinadas em workshops e valorizadas nos currículos de aspirantes a cargos de liderança.

O mundo continua girando e a mulher que penetra no mercado de trabalho traz sua feminilidade, ou o que sobrou dela, após anos de masculinização. Ao mesmo tempo, sentindo-se mais valorizada socialmente, ela abre espaço para redescobrir qualidades latentes. Ela começa a se permitir ser mais mulher.

Assim, o parto vaginal como explosão da força feminina surge na televisão e nas rodas de conversas. É apenas um sussurro, é pouco e a tecnologia do nascimento continua destruindo esse momento para tantos seres humanos entre mães, bebês e espectadores, mas é um sussurro que promete crescer e já aparece no folheto de uma ou outra maternidade mais sintonizada com seu tempo.

Outras qualidades maternas como colo de mãe voltam a ser faladas e a amamentação que tanto atormenta as mulheres (pelo sim e pelo não) recebe apoio oficial porque afinal, até os estudos científicos comprovam que a amamentação é uma ótima maneira de evitar problemas futuros de saúde. Já o método mãe-canguru de cuidados com prematuros, descoberto pela falta de tecnologia, permitiu a comprovação de que o espaço do colo é local propício ao melhor desenvolvimento do bebê humano. Melhor até do que a tecnológica incubadora.

E assim meio sem querer, sem saber, transferimos para o mainstream qualidades antes maternais. O sorriso da mãe que cuida do filho doente é valorizado em iniciativas como Os Doutores da Alegria; a famosa comida caseira da mamãe, é hoje modo de vida alternativa de quem faz uma alimentação mais natural; atividades antigamente exercidas pelas damas caridosas de famílias ricas são hoje transformadas em associações do terceiro setor e o voluntariado é uma instituição. Existem até estudos provando que doentes que recebem mais preces saram mais rápido, mesmo sem saber que existem pessoas orando por elas, mais uma atividade bem feminina.

Mesmo sem explicação científica de como o sexto sentido funciona nem de outros super-poderes maternos (o leite materno um deles), a nuvem negra que assombra nosso atual futuro avisa que precisamos procurar alternativas. Em vista de calamidades como inundações, falta de água, desaparecimento de cidades causadas pelo aquecimento global pergunto ao menino de dez anos que agora me conta a história da extinção do dodô:

- “O que podemos fazer para evitar a extinção de mais animais?”

Ele olha em volta e vê retratado em seu trabalho a devastação, sem resposta. Em minha mente, tomo ele no colo e asseguro que tudo vai ficar bem.

Amanhã, vamos celebrar o dia que tomamos nosso universo, nossa mãe-terra, nosso país, nossa floresta, nossa comunidade, nosso companheiro, nosso melhor amigo e inimigo, nosso trabalho e nosso corpo, nosso bebê e a criança da esquina, nos braços e decidimos mudar nosso futuro, como mães que somos todos.

Leia mais:

História do Voluntariado

http://jornaldovoluntario.blogspot.com/2007/09/histria-do-voluntariado.html

 

Is There a Sixth Sense?

By: Dean RadinColleen RaeRay Hymans

http://psychologytoday.com/articles/index.php?term=20000701-000034&page=2

 

As Rosas de Isabel Allende

http://www.nosmulheres.globolog.com.br/